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domingo, 19 de fevereiro de 2017

22/06/2016 18h05 - Atualizado em 22/06/2016 20h14 Agência bancária dentro da Prefeitura do Rio é assaltada Informação foi confirmada pelo comandante do 4º BPM (São Cristóvão). Ocorrência foi encaminhada para a 6ª DP (Cidade Nova).

Uma agência bancária dentro da sede da prefeitura do Rio, na Cidade Nova, foi assaltada na tarde desta quarta-feira (22), no Rio. A informação foi confirmada pelo comando do 4º BPM (São Cristóvão).

Até a última atualização desta reportagem, não havia mais informações sobre o caso. A ocorrência foi 

encaminhada para a 6ª DP (Cidade Nova).

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/06/agencia-bancaria-dentro-da-prefeitura-do-rio-e-assaltada.html

Bandidos arrombam três caixas eletrônicos no andar térreo da prefeitura, na Cidade Nova


Assaltantes renderam os seguranças e levaram todo o dinheiro, mas ainda não se sabe quanto foi roubado.

RIO - Bandidos arrombaram, na tarde deste domingo, três caixas eletrônicos que ficam no andar térreo do Centro Administrativo São Sebastião, na Cidade Nova, na região central do Rio, onde funciona a sede da prefeitura.
Foram pelo menos seis homens. Eles chegaram numa Hb20 armados com pistolas e revólveres. Renderam pelo menos 20 pessoas que estavam no prédio, a maioria agentes da Guarda Municipal. O ataque aconteceu por volta de 13h40m deste domingo.
Os bandidos ficaram cerca de 90 minutos no prédio. Pelo menos três caixas eletrônicos foram saqueados. Ninguém ficou ferido e a Polícia Militar foi acionada. Todo o dinheiro que estava nos caixas foi levado, mas ainda não há informações sobre a quantia levada.

http://oglobo.globo.com/rio/bandidos-arrombam-tres-caixas-eletronicos-no-andar-terreo-da-prefeitura-na-cidade-nova-20949717?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=O%20Globo

Guarda Municipal prendeu mulher com seis celulares furtados no Leblon. Já em Ipanema, dois homens foram detidos por roubar turista 18/02/2017 19:24:41

Rio - Em paralelo à festa nas ruas da cidade, foliões também foram vítimas de assaltos durante os blocos neste sábado. Uma mulher foi presa por roubar seis celulares no bloco Imaginô, Agora Amassa, no Leblon, Zona Sul do Rio, nesta manhã. De acordo com informações da Guarda Municipal, Maria Celeste da Silva, de 46 anos, foi levada para a 14ª DP (Leblon) junto com três vítimas.
Depois, uma outra pessoa que também teria sido furtada também foi para a delegacia. A Guarda informou ainda que a suspeita agia com uma outra mulher, que conseguiu fugir.
Já na Praia de Ipanema, na altura da Rua Teixeira de Melo, Zona Sul do Rio, dois homens foram detidos suspeitos de roubar um cordão de ouro e um celular de um turista de São Paulo. Jackson Costa, de 21 anos, e Pablo Roberto Pereira, de 20 anos, foram levados para a 14ª DP, onde foi detectado que eles já tinham uma passagem por roubo.
Eles também foram reconhecidos por duas turistas peruanas como suspeitos de terem roubado um cordão de ouro delas. A ocorrência está sendo registrada na Delegacia Especial de Apoio ao Turista (DEAT).

http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-02-18/folioes-sao-assaltados-em-blocos-no-rio.html

CBN. SEXTA, 19/08/2016, 06:00 Proposta de armar a Guarda Municipal divide candidatos à prefeitura do Rio Dos 10, quatro deles são a favor da medida, possível graças ao polêmico estatuto das guardas municipais, lei federal aprovada em 2014 que é questionada no Supremo Tribunal Federal. Especialistas ouvidos pela CBN temem o aumento do número de armas nas ruas

SOBRE: ARMAR A GUARDA MUNICIPAL RIO DE JANEIRO

Por Leandro Resende 

Quatro dos dez candidatos à prefeitura do Rio são favoráveis ao uso de armas de fogo pela Guarda Municipal
Crédito: Reprodução

Um dos assuntos mais polêmicos da corrida eleitoral é a proposta de armar os 7.500 guardas municipais da prefeitura do Rio. A CBN ouviu todos os candidatos sobre esse assunto. Quatro deles se posicionaram a favor: Carlos Osório, do PSDB, Flávio Bolsonaro, do PSC, Índio da Costa, do PSD, e Pedro Paulo, do PMDB.
Os outros seis disseram ser contra o uso de armas de fogo pelos guardas municipais: Alessandro Molon, da Rede, Carmen Migueles, do Partido Novo, Cyro Garcia, do PSTU, Jandira Feghali, do PCdoB, Marcelo Crivella, do PRB, e Marcelo Freixo, do PSOL. O debate ocorre por causa de uma lei federal aprovada em 2014, que autoriza o uso de armas de fogo pelas guardas municipais em cidades com mais de 500 mil habitantes.
A cientista social Silvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Cândido Mendes, vê com apreensão esta possibilidade.
"Os candidatos precisam ser mais criativos, mais responsáveis, no sentido de integrar as polícias com a Guarda. A primeira proposta é combater bandidos armando a guarda? Acho que não é disso que o Rio precisa. O Rio precisa de tecnologia, policiamento de proximidade e resgate da confiança", afirmou a pesquisadora.
Já o Sindicato dos Servidores Públicos do Município do Rio, que representa a Guarda, defende o uso de armas de fogo pelos agentes. Segundo Frederico Sanches, diretor jurídico do Sindicato, o armamento dos guardas poderá contribuir para melhoria dos indicadores de segurança, mas, antes, precisa ser reformulada.
"Hoje, a Guarda Municipal é comandada por um PM. É necessário que seja um guarda de carreira, é uma esquizofrenia o que se tem no Rio de Janeiro. Muitos entendem que a Guarda Municipal não é de segurança pública", opinou Frederico.
O ex-chefe do Estado Maior da PM Robson Rodrigues acredita que uma polícia municipal pode ser razoável, desde que existam mecanismos eficientes de divisão de atribuições das corporações. Ele defende a participação dos municípios na gestão da segurança.
"Não existe ainda uma consciência adequada do problema. Quando prevalece uma visão reducionista de segurança pública, entendendo-a como uma responsabilidade somente do estado, nesse ponto que toda fragilidade do sistema se expõe. Outros entes federativos não reconhecem seu papel", disse Robson.
Embora seja uma atribuição do governo do estado, a segurança pública é um tema importante nas eleições municipais, em face da escalada da violência na cidade neste ano. Atualmente, um guarda municipal se forma, sem o porte de arma, em três meses. A lei na qual se baseia a proposta dos candidatos é contestada no Supremo Tribunal Federal.
O processo está nas mãos do ministro Gilmar Mendes desde 2014, e pode ser julgado ainda neste ano. De modo geral, os candidatos a favor do armamento da Guarda prometem rigor no treinamento dos servidores. Os contrários, por sua vez, temem o aumento de tiroteios com mais armas nas ruas. 
Confira a posição de cada candidato sobre o tema
Alessandro Molon (Rede)
"A ação da prefeitura pode ser decisiva para fazer do Rio uma cidade mais segura. No entanto, isso não passa por entregar armas letais para guardas municipais, que não é treinada nem habilitada para isso. Pela Constituição, Guarda não é polícia. Entregar armas para guardas municipais vai aumentar o número de tiroteios de crimes praticados contra eles, para que suas armas sejam roubadas". 
Carmem Migueles (Partido Novo)
"A guarda municipal não tem a função especifica de combater o crime, mas de garantir a segurança patrimonial das instalações e a ordem pública. Dado o contexto de violência extremada no qual nos encontramos, acreditamos que equipar a guarda com armas não letais e com equipamentos de defesa pessoal é importante para aumentar a efetividade em prevenção primária e garantir a segurança dos agentes. A defesa da vida (dos agentes e dos civis) é o foco central da questão. Essa é a preocupação das associações de guardas municipais. A preocupação é justa e compartilhamos dela. Mas armas letais não são o caminho para resolver o problema e podem aumentar o risco". 
Carlos Osório (PSDB)
"A Guarda Municipal foi abandonada pela atual gestão da Prefeitura. Nossos guardas estão desmotivados, sem condições adequadas de trabalho e sem respaldo da administração municipal. Nesse momento de gravíssima crise da segurança pública, é inaceitável que a guarda não esteja cumprindo plenamente seu papel de proteger a população e o patrimônio público. Nossa proposta é implantar a lei federal 13.022, que criou o Estatuto das Guardas Municipais, aumentando suas responsabilidades e empoderando a atuação nas ruas. Vamos iniciar o processo de armamento da guarda com rigor no treinamento e em articulação com as forças de segurança do estado".  
Cyro Garcia (PSTU)
"Sou absolutamente contra que a Guarda Municipal utilize armas de qualquer tipo. O que temos visto pelas ruas do Rio, é que a GM tem como um de suas principais tarefas, reprimir o povo pobre que ganha a vida como camelô. São frequentes as cenas de repressão no calçadão de Madureira e na Uruguaiana". 
Flávio Bolsonaro (PSC)
"Não faz sentido vermos bairros com problemas históricos de efetivo para policiamento e ao mesmo tempo ver a Prefeitura do Rio, com a possibilidade de usar a guarda, não fazer nada. A Guarda pode trabalhar em parceria com as polícias, seguindo a tendência mundial de municipalização da Segurança Pública. Precisamos treinar e habilitar os guardas municipais para, se for necessário, portar armas de fogo e trabalhar em defesa da vida, da proteção ao cidadão carioca". 
Índio da Costa (PSD)
"O Rio é uma cidade vítima permanente de violência e crime há anos. Como se explica a prefeitura não participar da política de segurança pública, como têm feito o Eduardo Paes e o Pedro Paulo? A Lei 13.022 de 2014 dá novo papel à Guarda Municipal. É necessário que a corporação esteja treinada e equipada. Predominantemente desarmada. Mas estará treinada para, quando existir a necessidade eventual, de estar armada. Em grandes eventos e situações especiais".
Jandira Feghali (PCdoB)
"Sou contra o armamento. A prefeitura precisa assumir suas responsabilidades com a vida das pessoas e para isso é preciso integrar as políticas de segurança nos três níveis de governo. Vou implementar a "Política Preventiva de delitos de rua e violência contra a pessoa", trabalhando a cultura da não violência e da prevenção, como iluminação pública, horário estendido nas escolas, oportunidade para juventude, ocupação do espaço público com arte e lazer, além de geração de trabalho e renda nos territórios mais vulneráveis".
Marcelo Crivella (PRB)
"Precisamos redirecionar imediatamente o foco da Guarda Municipal (que hoje se dedica majoritariamente à zeladoria de prédios municipais, à aplicação de multas e ao combate ao comércio ambulante) às operações de policiamento comunitário e vigilância ostensiva da cidade. Vamos criar um programa de requalificação dos guardas,voltado para o uso adequado de armas não letais".
Marcelo Freixo (PSOL)
"Somos contra o armamento da Guarda Municipal. O Rio não precisa de mais armas na rua. Muito pelo contrário: todos os estudos concluem que a violência diminui na medida em que se reduz a quantidade de armas em circulação. O Rio precisa aprimorar os seus mecanismos de controle das armas que hoje circulam sem qualquer fiscalização. A Guarda não pode ser dirigida por policiais, e deve ser valorizada com plano de cargos e salários".
Pedro Paulo (PMDB)
“Falar só de armamento é reduzir a dimensão da proposta que temos para segurança urbana, que chamamos de 'Guarda Presente'. O armamento é a participação da prefeitura na segurança pública. Iremos definir locais, em parceria com a PM, de forma parecida com as Operações Centro Presente e Lapa Presente. Os guardas vão andar em duplas ou trios, nas áreas de mais riscos. Não vamos dar o porte de arma para 7.000 guardas. Ele irá receber a arma na base às 08h, e irá devolvê-la às 18h.No futuro, o guarda municipal vai ser o responsável pelo policiamento preventivo”

http://cbn.globoradio.globo.com/grandescoberturas/eleicoes-2016/2016/08/19/PROPOSTA-DE-ARMAR-A-GUARDA-MUNICIPAL-DIVIDE-CANDIDATOS-A-PREFEITURA-DO-RIO.htm

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Publicado em 16/02/17 04:30 Prefeito do Rio Crivella quer a guarda armada

RIO — O prefeito Marcelo Crivella deverá apresentar este ano pelo menos 31 projetos de lei para análise da Câmara de Vereadores. As propostas, que ainda estão sendo verificadas na Procuradoria Geral do Município, devem começar a chegar à Casa logo após o carnaval. Uma das mais polêmicas prevê uma mudança na Lei Orgânica municipal para permitir que agentes da Guarda Municipal trabalhem armados. A medida é uma promessa de campanha do prefeito. O líder do governo, Paulo Messina (Pros), diz, no entanto, que não há prazo para a proposta ser analisada:
— O tema é polêmico. Vamos ter que fazer uma ampla discussão com a sociedade sobre a conveniência de armar os agentes. E não seria uma proposta de fácil aprovação. Seriam necessários pelo menos 34 votos, o equivalente a dois terços do número de vereadores da Casa (ao todo são 51).
Hoje, a bancada de apoio a Crivella tem 32 nomes.
De acordo com a Secretaria de Ordem Pública, ainda não foi estabelecido em quais situações a guarda trabalharia com armas de fogo. A prioridade, no momento, seria obter a liberação da Justiça para o uso de equipamento não letal, como armas de choque, proibidas desde 2014.






Leia mais: http://oglobo.globo.com/oglobo-20934306#ixzz4YsBcY3RP

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Famílias fazem bloqueio em batalhões do Rio, paralisação...já POLICIA MILITAR DO RIO

Blog policia municipal apoio:

Famílias fazem bloqueio em batalhões do Rio, mas policiamento segue no Rio - Notícias - Cotidiano

As manifestações de familiares de policiais militares na frente dos batalhões no Rio de Janeiro acontecem em dezenas de unidades pelo Estado, mas o bloquei...noticias.uol.com.br

Famílias fazem bloqueio em batalhões do Rio, mas policiamento segue no Rio - Notícias - Cotidiano


ATENÇÃO: Rio de Janeiro dia 10.02.2017, número de batalhões da Policia Militar do Rio de Janeiro, fechado sobe para 20. Informação passada pela Red Recor Fala Brasil as 09:48 minutos.













Fontes:

https://www.facebook.com/enoticiameriti/

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2017/02/10/em-video-porta-voz-da-pm-do-rio-pede-que-familias-nao-facam-bloqueio.htm, http://www.folhavitoria.com.br/policia/noticia/2017/02/paralisacao-de-policiais-chega-aos-batalhoes-do-rio-de-janeiro-e-de-minas-gerais.html

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Companheiros de grupos! Venho informar à todos os interessados no quê, se diz respeito a nossa tão sonhada carteira de identidade. Ontem dia 02/02/17 estivemos reunidos com a nossa Inspetora geral Tatiana para apresentarmos todo o projeto da nossa identidade, conforme solicitação do secretário SEOP Cel. Amêndola. Vale ressaltar quê, fomos muito bem recebidos pela à Inspetora quê, também demonstrou total receptividade e apoio ao projeto! Nós fazendo crê, que, dessa vez iremos colocar em prática a institucionalização da nossa identidade. Na referida reunião, foi explicado pelo Insp. Valney todo o trâmite administrativo e jurídico necessário para a conclusão do projeto, o quê, de imediato foi determinado pela IG à sua assessoria todas ás medidas necessárias já quê, o processo administrativo aberto por mim e o Insp. Valney foi infelizmente arquivado por ordem da chefe de gabinete cap. Tarcilla. E não vale aqui comentar o porquê! Com o intuído de acelerar o mais breve possível toda a retomada do processo, ficou a cargo do Insp. Valney o novo ofício para abertura de um novo processo que iremos protocolar já na próxima semana e com isso acelerarmos com ajuda da IG. Todo o trâmite necessário e por consequência será agendada uma visita ao secretário SEOP com a presença da nossa IG e por sugestão dela próprio. Pela demonstração de boa vontade e aprovação a idéia da nossa carteira por parte da nossa IG, acreditamos quê, dessa vez conseguiremos colocar em prática esse nosso grande sonho de podermos ter a nossa carteira de identidade e com isso, evitarmos diversas situações constrangedoras à que, os nossos guardas são submetidos! Com isso, quero agradecer ao Insp. Valney pelo apoio ao projeto, a Inspetora geral Tatiana quê, também nos colocou a disposição todo o gabinete do comando geral nos dando apoio para quê, dessa vez consigamos realizar esse desejo de boa parte da nossa categoria! E a todos os companheiros quê, torceram, se preocuparam e sobre tudo se interessaram pelo projeto! Obs. Profetizando ás palavras do Inspetor Valney, esse projeto de repente não aconteceu antes porque tinha que acontecer sobe o comando de uma guarda de carreira e esse gostinho deveria ser exclusivamente nosso! Um forte abraço á todos e até à breve vitória!!!


SOBRE O ATAQUE À VIATURA DA GMRIO

Jones Moura compartilhou a própria publicação no grupoFrente Manifestante.
16 min
SOBRE O ATAQUE À VIATURA DA GMRIO
O que aconteceu hoje, no Centro, com três guardas municipais, reflete, mais uma vez, a gravidade da criminalidade no Rio de Janeiro. Graças a Deus, nenhum dos cinco disparos atingiu os nossos companheiros. Mas uma tragédia poderia ter acontecido. Espero que esse caso dramático permita que o Executivo reconheça a necessidade de uma política pública de segurança voltada para o guarda e para toda a população.
Avenida Presidente Vargas teve perseguição e disparos; ninguém ficou ferido
OGLOBO.GLOBO.COM

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Vereador Jones Moura, vai lutar por uso de armas pela Guarda Municipal do Rio/ O uso de tecnologias não letais, defendido por Marcelo Crivella (PRB), já foi adotado pela Guarda Municipal do Rio. Foi em 2004, no governo Cesar Maia — este, aliás, quem criou a Guarda e nomeou o hoje secretário de Ordem Pública, Paulo César Amêndola, como primeiro comandante operacional. Eram comuns os conflitos com camelôs. Após a adoção do spray de pimenta, o número de ocorrências caiu mais de 50%. Números Em 2003, foram 56 conflitos, resultando na morte de um guarda e em 89 feridos. Em 2004, foram 32 confrontos, com 31 feridos; em 2005, 24 episódios de quebra-pau, com 24 feridos; em 2006, 28 arranca-rabos, com 31 feridos. Para a PM O deputado Paulo Melo (PMDB) chegou a aprovar uma lei, em 2009, prevendo que todo PM, em patrulhamento ostensivo, portasse, além de armas de fogo, equipamentos não letais, como nos Estados Unidos e em países da Europa. Vetada pelo então governador Sérgio Cabral (PMDB), a lei virou mero projeto autorizativo. E, como se vê, virou letra morta. Proibição judicial Recém-eleito para seu primeiro mandato — especialmente, com os votos dos colegas da Guarda Municipal — o vereador Jones Moura (PSD) lembra que existe e está em vigor, hoje, uma liminar proibindo que a corporação municipal use qualquer tipo de arma — letal ou não letal. Ela foi concedida em 2013, em resposta a uma ação movida pelo Ministério Público do Rio, que buscava ainda afastar os guardas do serviço de fiscalização de ambulantes. O mérito da ação está em vias de ser julgado. Em tempo Jones promete lutar, na Câmara de Vereadores, e em nome de sua categoria, pelo uso de armas pela Guarda Municipal do Rio — e não só as não letais. Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/extra-extra/vereador-vai-lutar-por-uso-de-armas-pela-guarda-municipal-do-rio-20780847.html#ixzz4W6CebbaA


Por: Berenice Seara em 

Vereador Jones Moura, Secretário de Ordem Pública Paulo César Amêndola e a Inspetora Geral da Guarda Municipal Tatiana Mendes dia .17.07.2017 retirado do Face Vereador Jones Moura.

REUNIÃO PROMISSORA PARA OS GUARDAS MUNICIPAIS

 

Hoje, no Palácio da Cidade, estivemos em reunião com o Secretário de Ordem Pública Paulo César Amêndola e a Inspetora Geral da Guarda Municipal Tatiana Mendes. Foi um encontro que estabeleceu um compromisso de todos em não medir esforços para resolver os vários problemas da categoria. É a primeira vez que os guardas municipais assistem a uma parceria
 de um vereador, um secretário e o comando da instituição, unidos para buscar atender os pleitos da classe e da sociedade.
Neste primeiro encontro, foram pontuadas algumas questões. Outras, não menos importantes, serão pontuadas brevemente, nas próximas reuniões.
Discutimos a necessidade da reformulação e execução urgente do plano de cargos e salários da categoria. O secretário concorda que a categoria está estagnada e esse assunto precisa ser resolvido com brevidade. Um reenquadramento poderá trazer soluções na remuneração dos que se encontram com defasagens salariais por conta da estagnação.
A escala de serviço foi outro tema que pontuamos, em que a maior preocupação é com o efetivo que se encontra reduzido. Porém, a Inspetora Tatiana estudará os impactos e tratará desse assunto, o mais breve possível, para que seja feito o melhor para todos.
A convocação dos concursados, que ajudará muito na melhoria das escalas, foi outro tema colocado na mesa, e que o secretário vem levando muito a sério e quer solucionar ainda este ano. Amêndola deseja convocar mais de mil novos agentes, mas aguarda um posicionamento do prefeito a partir dos estudos de impacto.
Conversamos sobre as novas atribuições da GM no cenário da segurança pública, cujos estudos estão focados na aplicabilidade dessas atribuições atreladas à segurança do agente e para garantir a segurança dos cidadãos que estão à sua volta. As armas de menor potencial ofensivo serão fundamentais nesse cenário, em que todos reconhecem que o agente dará passos progressivos na segurança pública, visando à sua proteção, à medida em que avança no porte de armamentos e mais equipamentos.
O ticket alimentação não é um assunto somente dos GMs, mas de todos os servidores do município. Por isso, já adianto que estive em reunião passada com o prefeito, que manifestou sua preocupação e reconhecimento da necessidade do reajuste. Estamos acompanhando de perto.

Outras questões também foram pontuadas, como a necessidade de retornar com as gratificações nos grupamentos especiais, adicional por habilitação profissional, reajuste do valor da cota em dia de folga, reajuste do adicional de assiduidade, retorno do uniforme azul-marinho, utilização de armas letais e não-letais, etc.
Todas essas questões foram apenas pontuadas. Os estudos para concretização e avanços já ocorrerão em próxima reunião no BG com a equipe gestora da IG-Tatiana e participação da nossa Assessoria Parlamentar. Nessa próxima reunião, outros assuntos também serão discutidos, como o caso dos GMs da UOP-Centro, revisão de punições, AGTs, Técnicos do trabalho, Músicos da GM-RIO, além de vários outros que sempre compuseram as nossas pautas. 

Deus está no controle!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Guarda Municipal do Rio começa a atuar na mesma frequência de rádio da PM Medida integra ainda mais o trabalho no combate a arrastões nas praias. GM aguarda regras para fazer revistas em ônibus e usar armas não letais. va comandante da Guarda Municipal Tatiana Mendes, que tomou posse na quinta-feira (12), defende o trabalho integrado com a Polícia Militar, na orla do Rio, para coibir os roubos, furtos e arrastões nas praias e nos ônibus. Ela aguarda uma decisão do Ministério Público para definir como será a atuação da GM na revista de ônibus que vão para as praias e para o uso de armas não letais. A partir da manhã desta sexta-feira (13), Guarda Municipal e Polícia Militar começam a se comunicar na mesma frequência de rádio, nas ruas. “Estamos dando continuidade ao reforço de patrulhamento preventivo nas parias e nos lugares reincidentes de pequenos delitos. Estamos com 220 guardas nas areias e nas calçadas. Agora, com a mesma frequência de rádio com policiais civis e militares e com um carro-comando no Arpoador, estamos agindo de forma integradas para dar uma resposta de imediato à população e inibir os delitos”, disse Tatiana. Segundo a comandante, a Guarda vai atuar em casos mais comuns. Por exemplo, podendo se aproximar de pessoas em atitudes suspeitas nas areias, alguém que esteja com arma branca. Os guardas podem agir, imobilizando o suspeito com técnicas de defesa pessoal e conduzindo o suspeito à delegacia. Se suspeitarem que alguém com uma arma de fogo, pode acionar PM. E se houver um grupo de suspeitos, podem atuar na neutralização desse grupo, junto com os policiais. Tatiana Mendes disse que a Guarda Municipal ainda está discutindo com autoridades policiais e com o Ministério Público protocolos operacionais para agir na revista de suspeitos em ônibus, para evitar arrastões e depredações, como as que ocorreram nesta semana, na Zona Sul. “Assim que as regras legais para essa atuação forem definidas, cada agente, guarda e policial militar, vai agir de acordo com a sua atribuição. Atualmente, a GM não pode revistar ônibus. Embora os jovens tenham agido à margem e de forma errada, eles têm de ser tratados com respeito. Temos de dar limite, o que muitas vezes não é feito em casa, e punir os atos delituosos que são cometidos”, disse Tatiana. A Guarda Municipal também aguarda um posicionamento do Ministério Público para fazer patrulhamento usando armas não letais. De acordo com a comandante, sua equipe já tem treinamento e equipamento para usá-lo no patrulhamento nas ruas.

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/guarda-municipal-do-rio-comeca-a-atuar-na-mesma-frequencia-de-radio-da-pm.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-smart&utm_campaign=share-bar

ARMA NÃO LETAL E POSTERIORMENTE ARMA DE FOGO ( GUARDA MUNICIPAL DO RIO)